quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Rendas e empréstimos à habitação voltam a entrar ao IRS



Despesas com lares também reentram para as deduções à colecta. Partidos da maioria deixam cair cláusula de salvaguarda. Os encargos com a educação, as rendas ou empréstimos para habitação ou com lares vão continuar a ser dedutíveis no IRS. PSD e CDS entregaram ontem no parlamento as propostas de alteração ao novo Código do IRS, que entrará em vigor no próximo ano. A principal mudança prende-se com as deduções à colecta, onde voltam a surgir despesas que actualmente entram no IRS, mas tinham desaparecido na proposta do executivo, que está agora em discussão na Assembleia da República.



É o caso das rendas e dos juros de empréstimos à habitação (quando contraídos até final de 2011) – despesas que actualmente são dedutíveis e que tinham pura e simplesmente desaparecido na proposta de reforma do Imposto sobre Pessoas Singulares (IRS). A maioria parlamentar volta agora a reintroduzi-las na lei, em moldes semelhantes ao regime que está actualmente em vigor.

No caso das despesas com educação, a proposta de lei oriunda do ministério das Finanças contemplava-as, mas como abatimento ao rendimento líquido, um regime menos favorável ao contribuinte e onde há também um recuo do governo – voltam agora a constar da lei como deduções, o mesmo acontecendo com as despesas com lares e os seguros de saúde.

 
Modelo idêntico ao actual Com as propostas de alteração da maioria – que foram articuladas com o governo – os juros com empréstimos à habitação celebrados até 2011 poderão ser deduzidos até ao limite máximo de 15% (com um tecto de 296 euros). No caso das rendas, podem ser deduzidas até 15% do valor, com um tecto de 502 euros (mas variável em função dos rendimentos). Nas despesas com educação, a dedução à colecta pode ir até 30% das despesas, até um máximo de 800 euros no abatimento à factura do IRS.



Cláusula de salvaguarda sai 

Em contrapartida, nas propostas agora avançadas pela maioria parlamentar desaparece do articulado a cláusula de salvaguarda, que permitia ao contribuinte optar pelo regime mais favorável caso se visse prejudicado pelas novas regras de cálculo do IRS. Paulo Núncio, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, referiu ontem no parlamento que “através da manutenção destas deduções, é possível prescindir da cláusula do regime mais favorável, uma vez que esta solução alternativa permite garantir que nenhuma família será prejudicada com esta reforma”. Citado pela Lusa, o governante centrista sublinhou “a manutenção das deduções à colecta de encargos com habitação, ou seja, rendas e juros pagos ao banco, a manutenção das deduções à colecta com PPR [Planos Poupança Reforma] e seguros de saúde e também a manutenção das deduções à colecta dos encargos com lares”.

 
A cláusula de salvaguarda foi introduzida na lei depois de notícias que davam conta que alguns contribuintes poderiam acabar a pagar mais IRS com o novo modelo, um risco que incidia sobretudo sobre os que não têm filhos. Apesar de Paulo Núncio ter vindo a público contrariar este cenário, Passos Coelho prometeu então uma “espécie de cláusula de salvaguarda”, que foi de facto introduzida na lei. Mas por pouco tempo.


Fonte: iOnline

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Perfect weekend in Porto | Oporto weekend guide

What not to miss in Oporto?



PERCHED ON THE steep banks of the River Douro, Porto is a fascinating and charming city—easy to love, hard to leave. With its bustling back streets, Gothic churches, riverside cafes, and its long-standing trade in port wine, every turn reveals a different layer of history.
The historic center, a warren of narrow medieval streets, is a Unesco World Heritage Site, while the modern airport and affluent beachside suburbs firmly point to the 21st century.
This isn’t a city to rush. A comfortable pair of hiking shoes is recommended, as there are some steep climbs, but one of the joys of Porto is its relative compactness. Ditch the car and wander through this ancient city, where boutique art galleries rub shoulders with antiquated bookshops and washing hangs across narrow streets.
At times Porto can feel a little run-down, but that’s part of its charm—as is strolling by the river, discovering a medieval square or sitting in a café watching the world go by.

DAY ONE // FRIDAY
7 p.m. Arrive at Porto’s small airport. There’s no need for a car here, so hop in a taxi and head straight to The Yeatman (doubles from €260 a night, Rua do Choupelo; the-yeatman-hotel.com ). Cut into the hillside on the southern bank of the Douro amid the city’s historic port wine lodges, this 82-room hotel offers spectacular views over the city and the double-deck Dom Luis Bridge. Owned by Taylor’s port wine shippers, it has a vinous feel.
8:30 p.m. After settling into your room and perhaps enjoying a glass of tawny port, order a light supper off the in-room dining menu and enjoy it on your balcony. If you’re in party mood, take a 10-minute taxi ride to the old part of the city. Here you’ll find three streets—Rua da Galerias de Paris, Cândido dos Reis and Conde de Vizela—full of bars, restaurants and nightclubs. Slip into one and soak up Porto’s bohemian nighttime atmosphere.
11 p.m. Wander down to the Cais da Ribeira for a nocturnal stroll and a nightcap at one of the riverside bars on the Praça da Ribeira before going back to the hotel.
DAY TWO // SATURDAY
9:30 a.m. After a sumptuous breakfast at The Yeatman, head out the back entrance and walk down the hillside into the warren of narrow streets that drops you into the heart of port wine production. There are more than 50 port houses here; the aging and blending of port takes place in dusty warehouses known as lodges. Port is steeped in British influence, and as you make your way down to the waterside you’ll see names such as Taylor’s, Croft and Warre’s emblazoned across rooftops.
10 a.m. Once down by the river, catch a ride on the Gaia Cable Car from in front of Cais de Gaia market. (€5 each way, gaiacablecar.com ). The five-minute journey takes you above the port lodges and drops you near the top of the Dom Luis bridge, saving you the steep climb. Now you can walk across the upper level of the bridge, stopping for photographs along the way. Keep walking straight on toward the São Bento Train Station (Praça de Almeida Garrett). Built on the site of an old Benedictine monastery and completed in 1916, the station’s interior is well worth the hike. The entrance hall is decorated with 20,000 blue and white Portuguese tiles, with designs by the renowned tile painter Jorge Colaço depicting rural festivals, scenes of everyday life and the history of transportation.
11 a.m. Wind your way to Livraria Lello & Irmão (Rua das Carmelitas 144), arguably one of the most beautiful bookshops in the world, and take a few minutes to browse the books. If you have the energy, climb the 240 steps up the Torre dos Clérigos (Rua São Filipe de Nery; torredosclerigos.pt ). At 75 meters high, the Baroque church tower offers some of the best views of the city.

12 p.m. Drop down to the waterfront and the Massarelos tram stop near Palácio de Cristal. Jump on Porto’s historic Tram Line 1, take a seat and watch the river whiz by as you make your way to the seaside suburb of Foz do Douro. portotramcitytour.pt
1 p.m. Get off the tram and take a stroll through the nearby Passeio Alegre Garden (Rua do Passeio Alegre). Refreshed from this lush urban oasis, it’s time to hail a taxi and head to O Gaveto (Rua Roberto Ivens 826; ogaveto.com ), a small, unpretentious restaurant in Matosinhos for a well-earned lunch. The fish at this popular lunchtime spot is fresh. To catch it, arrive as close to 1 p.m. as possible and book ahead.
3 p.m. After lunch, take another stroll along the beach, stopping to enjoy a glass of wine or slice of chocolate cake at Praia da Luz (Avenida Brasil; praiadaluz.pt ), soaking up some sun and sea air before returning to the hotel.
7 p.m. After a dip in the hotel pool, take the five-minute taxi ride across the bridge to Porto native Rui Paula ’s DOP (Largo de S. Domingos 18, ruipaula.com ). Situated in the heart of the city, in the Palácio das Artes, the restaurant specializes in local cuisine. Make sure to book well in advance as it’s a popular choice.
DAY THREE // SUNDAY
10 a.m. Act like a local, enjoying a late, light breakfast of coffee and bread at one of the local cafés. But don’t overdo it—lunch is just hours away.                                  
11 a.m. Spend a quiet morning exploring the huddled port lodges of Vila Nova de Gaia before making your way up the hill to Graham’s Port Lodge (Rua Rei Ramiro; grahams-port.com ). Book a guided tour of this working cellar with 2,000 casks of port and learn the history of this fascinating, sweet, nutty wine.

1 p.m. Eat lunch at Graham’s in-house restaurant, Vinum (Rua do Agro 141; vinumatgrahams.com ). Surrounded by more than 3,000 oak barrels, you’ll feel like you’re eating in a wine cellar. Take your time. Enjoy an aperitif of white port and tonic on the terrace overlooking the city before moving inside and enjoying one of Vinum’s hearty dishes matched with a Douro table wine.
3:30 p.m. After indulging at lunch, it’s time for a walk. Forget navigating down the steep hill; ask the restaurant to organize a taxi to take you straight to the country’s most important contemporary art collection, the Serralves Museum of Contemporary Art (Rua D. João de Castro 210; serralves.pt ). Here, you can while away the afternoon in an 18-hectare park with gardens, a farm and the impressive Art Deco Serralves Villa as well as the museum. Grab a light snack at the garden cafe—but keep an appetite for dinner.
7 p.m. Back at the hotel, you can relax, knowing that this evening you won’t need to leave again. Start with a glass of wine in Dick’s Bar, named after Taylor’s port producer Dick Yeatman. Time it right so you can watch the sun go down before moving on to the Michelin-starred Yeatman. Let the sommelier guide you through the Portuguese wine list.

DAY FOUR // MONDAY
9 a.m. Check out but leave your bags at the hotel. Walk to the quay, heading toward the Dom Luis Bridge. Look out for the flat-bottomed barcos rabelos boats laden with port casks. Although they’re are no longer used for transporting the wine, they remain a symbol of Portugal’s rich maritime tradition.
9:30 a.m. Crossing the bridge, head to Mercearia das Flores (Rua das Flores 110; merceariadasflores.com ). This cozy little deli, with wooden tables and chairs and homemade food, is a perfect breakfast spot.
11 a.m. Wander down the hill to the Cais da Ribeira—it’s time to explore the great Douro. From its source in Spain, the river flows for more than 900 kilometers to reach the Atlantic here. Hop on one of the numerous cruises available along the quay, most of which last around an hour.
12:15 p.m. Walk up the hill to the Majestic Café (Rua Santa Catarina 112; cafemajestic.com ), an ideal place for a pit-stop of French toast and coffee as you take in the Art Nouveau surroundings.
2 p.m. As you amble down the hill, you’ll have just enough time to visit the São Francisco Church (Rua do Infante Dom Henrique; ordemsaofrancisco.pt ). The Gothic exterior, dating back to the 1300s, is modest, but the Baroque interior is spellbinding, with more than 180 kg of gold covering its high altar.
3 p.m. Head to the airport, via the hotel to pick up your bags, hopefully laden with a few bottles of vintage port.

By: Wall Street Journal

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Remax PRO promove os seus imóveis no Brasil.


No segmento de habitação de gama alta, os compradores estrangeiros são os mais dinâmicos em Lisboa, enquanto que no Porto ainda são os Portugueses quem mais compra.
Na Remax PRO no Porto os compradores estrangeiros são responsáveis por 32% das transações. Os clientes Franceses têm vindo cada vez mais a cidade invicta dado ao facto de poderem beneficiar de isenção fiscal durante 10 anos na sua reforma. Deste modo muitas vezes só o valor dos impostos poupados acaba por “pagar” a habitação adquirida. Clientes Brasileiros e Chineses também têm sido cada vez mais frequentes na Remax PRO.

A agência esta apostar fortemente no mercado de Golden Visa, sobretudo promovendo este programa no Brasil, aonde ainda não é muito conhecido. Para esse efeito a mediadora criou uma parceria com empresas TLCB e Amaral e Barbosa no Brasil no sentido de dar de conhecer a oportunidade de investir em Portugal.

No dia 03 de Dezembro a REMAX PRO vai promover a sua carteira de imoveis e o programa de Golden Visa na Conferencia “Investimento Brasileiro em Portugal” em São Paulo.
 

A retoma do mercado habitacional português, e em especial nos produtos de gama alta e de luxo, tem sido, nos últimos anos fortemente impulsionada pelos compradores de origem estrangeira, uma realidade que tem tido o seu expoente máximo em Lisboa.

Para o Millennium BCP, cujas vendas imobiliárias neste segmento de habitação de luxo têm sido mais expressivas em Lisboa, Cascais e no Algarve, e que apoia diversos projetos de promoção nesta faixa de mercado, “os clientes estrangeiros têm um peso não inferior a 50% das vendas neste segmento”, comenta Frederico Lupi, responsável da área de crédito imobiliário do Banco. Chineses, brasileiros e angolanos, além de franceses, são os compradores estrangeiros em que o Banco tem sentido maior dinâmica, embora “em alguns casos, tenhamos também verificado que alguns imóveis são adquiridos por cidadãos portugueses não residentes”.

 

O que procura o comprador da habitação de luxo?

Quanto ao perfil de comprador e de produto de habitação de luxo, para Frederico Lupi, neste segmento todos os casos são diferentes”, uma visão partilhada por Rafael Ascenso, que considera “não existe um padrão definido”. Na perspetiva deste último profissional, os clientes procuram “localização e qualidade de vida”, considera, acrescentando que se procura qualidade de construção, envolvente histórica ou de rio/mar e, sobretudo, “mais apartamentos do que casas unifamiliares”, razões pelas quais, em Lisboa, as zonas históricas e a envolvente da avenida da Liberdade, e em Cascais e Estoril, todas a zonas de primeira linha; são as que registam maior procura neste segmento. Estas são, de acordo com dados da Confidencial Imobiliário para este segmento do mercado (gama alta) precisamente algumas das zonas mais caras da Grande Lisboa.

No Porto, a linha de mar, abrangendo as zonas da Foz do Douro e de Nevogilde; e ainda a Marginal do Rio Douro até à Baixa do Porto e zona histórica são as que registam maior procura em termos de habitação de luxo, revela Liliana Martino da ERA. Os dados da Confidencial Imobiliário referentes ao Porto confirmam também que estas são algumas das zonas mais valorizadas neste segmento, com preços médios de venda no 2º trimestre de 2.939 euros/m2 na zona da Foz/Nevogilde e de 2.390 euros/m2 no Núcleo Histórico.
 
 
Fonte: Publico

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Remax PRO na revista Portugal Inovador: "Consultores felizes geram clientes satisfeitos"



Consultores felizes geram clientes satisfeitos

Por detrás de cada  agência Remax há um gestor e uma equipa. É a componente pessoal que a agência e o agente trazem à Remax PRO, sediada na Rua Júlio Dinis no Porto, que demarca a diferença. Aqui a crise já acabou e a equipa, agora com 25 consultores, está a crescer 62% em vendas.

Joanna Koltan acredita que existe lugar para mais pessoas neste mercado. No início de setembro, a Remax PRO integrou seis novos agentes, neste momento ainda estão a receber formação para uma rigorosa e eficaz preparação antes de atenderem os seus primeiros clientes: “Quanto mais profissionais formos, melhores resultados obtemos”, constata. As casas são apenas uma parte das suas vendas, porque o que vendem na verdade são soluções, criando relações para toda a vida. O investimento na promoção dos imóveis tem sido proporcional ao investimento na formação desta equipa de vendas. Bom ambiente de trabalho, diversão e partilha de negócios fazem parte do ADN da equipa, a maior equipa imobiliária de vendas no Porto.

A Remax PRO fortalecida pelo conceito de gestão da Remax, coloca os agentes no centro do universo. “A nossa função é criar  as melhores condições para que eles possam crescer, dando-lhes apoio, formação, reconhecimento e uma remuneração acima da média”, mostra a entrevistada.

O crescimento é notável. Os resultados de vendas de 2014 superaram as expectativas e um dos problemas que a equipa vive neste momento é a falta de apartamentos na cidade do Porto para vender. “Temos vários clientes em carteira à procura das tipologias T1 e T2 na cidade do Porto e não conseguimos corresponder com a oferta”, constata Joanna Koltan.


Joanna Koltan abraçou o desafio de direção e expansão da marca Remax em 2008, mas anteriormente já tinha uma experiência de sete anos consolidada no mercado imobiliário. Quando abriu a Remax PRO em 2011, deparou-se com muitos problemas, provocados pela crise, mas todas as crises são cíclicas e os melhores souberam perseverar. A profissionalização dos recursos humanos é uma das peças fundamentais para vencer. “Sinto que todos nós, que aguentamos esta grande crise, começamos a trabalhar mais em parceria”, confessa. Inevitavelmente as agências que passaram a  partilhar negócios com todas as agências do mercado amadureceram em conjunto.

Em maio a Remax PRO marcou presença pela primeira vez no Salão de Imobiliário Português em Paris. O evento proporcionou-lhes outras ferramentas para chegar mais longe. Após esse passo, decidiram investir mais na  promoção inetrnacional dos seus imóveis. Ferramentas de marketing mais modernas, nomeadamente as redes sociais são utilizados aqui todos os dias. “Criamos por exemplo a página no facebook “Maisons au Portugal”, direcionada para o potencial reformado francês, os resultados têm sido fantásticos”, revelam.

A Remax PRO procura dominar o mercado da cidade do Porto. Entre 2016 e 2017 perspetiva-se que o fortalecimento da equipa de trabalho lhe permitirá ter uma quota de 20% de mercado.
 

Preço das casas em Portugal com subida de 5,9%

O preço das habitações em Portugal registou uma subida homóloga de 5,9% no segundo trimestre do ano e aumentou 1,6% face aos primeiros três meses de 2014, revelam dados divulgados, esta quinta-feira, pelo Eurostat.


O gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE) indica que, no segundo trimestre deste ano, o preço das habitações manteve-se estável na zona euro e aumentou 1,7% no conjunto da UE em termos homólogos (ou seja, face ao mesmo período de 2013), tendo subido 0,9% nos países da moeda única e 1,4% no conjunto dos 28 em comparação com o trimestre anterior.

As maiores quedas homólogas no preço das habitações verificaram-se na Eslovénia (-9,8%), em Itália (-4,8%) e na Roménia (-3,8%), enquanto as subidas mais acentuadas foram observadas na Estónia (14,5%), na Irlanda (12,5%) e no Reino Unido (10,2%).

Na comparação com os três meses imediatamente anteriores, a Eslovénia também encabeça a lista das quedas de preços das casas (-2,6%) e a Estónia lidera as subidas (6,8%).

Em Portugal, trata-se da terceira subida trimestral de preços da habitação em termos homólogos (após aumentos de 0,6% e 4,0% no quarto trimestre de 2013 e no primeiro de 2014) e do quarto aumento consecutivo face ao trimestre anterior (0,5% e 2,3% nos terceiro e quarto trimestres de 2013 e 1,3% nos primeiros três meses deste ano).

Fonte: JN

 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Portugueses continuam a optar pela compra de casa



A procura e oferta do mercado imobiliário ainda mantêm as características das décadas passadas. Os portugueses procuram casas usadas e preferem a compra. Já o arrendamento tem vindo a descer nas preferências das famílias e os apartamentos continuam também a ser os mais desejados.

Do lado da oferta as tendências são semelhantes, mais apartamentos usados. De acordo com o Market Outlook de Agosto de 2014, do Gabinete de Estudos da APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, as casas usadas para venda representam 58,71% da oferta do mercado imobiliário, enquanto as novas apenas 27,55% e em construção encontram-se apenas 4,98%.


Quanto a valores de venda em média vão dos 45.000 euros por um T1 aos 130.000 por um T5 relativamente aos valores mínimos aos 180.000 euros por um T1 aos 1.300.000 euros por um T5 nos valores máximos.

 
Foram os apartamentos com valores entre os 75.000 e os 125.000 euros que mais foram comercializados (37,81%), seguidos dos que apresentaram valores entre os 125.000 e os 175.000 euros (22,61%).


Relativamente aos valores médios praticados na oferta de apartamentos para arrendamento verificaram-se em média entre os 230 (valor mínimo) e os 800 euros (valores máximos) para o T1 e os 300 (valor mínimo) e os 1.700 euros (valor máximo) para os T3.


As casas que apresentaram valores entre os 300 e os 500 euros foram as que mais se arrendaram com uma percentagem de 44,14 do mercado de arrendamento.


Quanto à procura como já foi referido, a compra de apartamentos dominaram representando 55,95% das pesquisas no portal da CasaYes. Já o arrendamento tem vindo a cair nos últimos meses deste ano, se em Janeiro representava 42,85% da procura em Junho era de 37,82%.

Quanto a valores para venda os mais procurados foram os apartamentos entre os 75.000 e os 125.000 euros representando 30,63% das pesquisas e no arrendamento foi para casas com valores entre os 300 e os 500 euros (37,66%).


Números que mostram que o mercado imobiliário continua a mexer.



Fonte: Diário Imobiliário e Imonews Portugal

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

RE/MAX PRO muda de instalações e consolida a sua posição como agencia imobiliaria nº1 no Porto!

No passado dia 7 de Junho a agencia imobiliária REMAX PRO mudou de instalações estabelecendo-se na conceituada Rua Júlio Dinis no Porto. A nova sede da empresa oferece o máximo de conforto para os clientes, agora com 3 salas de atendimento, open space de trabalho para a sua grande equipa comercial e o head office para a equipa de gestão.
Ao mesmo tempo a equipa foi reforçada com a entrada de mais um elemento na Direção Comercial, a Dr.ª Ana Palma.
Com esta aposta, a imobiliária pretende consolidar a sua liderança no mercado imobiliário na cidade do Porto.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Remax PRO cresce 54% em faturação no primeiro trimestre


A Remax PRO  fechou o primeiro trimestre deste ano com um crescimento de 54% na faturação em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos primeiros três meses de 2014, a imobiliária realizou 122 transações, mais 50% do que no período homólogo de 2013.

 

Até março, a REMAX PORTUGAL a realizou 2464 vendas, mais 44% do que nos primeiro três meses do ano passado. No entanto, no arrendamento verificou-se uma descida de 10%: este ano foram arrendados 2605 imóveis pela Remax, menos 285 do que no mesmo período de 2013.

 

Cidade do Porto e Vila Nova de Gaia são as zonas aonde se concentram mais vendas realizadas pela Remax PRO. O mês de Abril de 2014 foi o mês mais forte em faturação para a agencia localizada no centro da cidade do Porto.

 


“Fechámos o ano de 2013 como o segundo melhor ano de sempre da Remax numa conjuntura económica complexa e continuamos a crescer nos primeiros meses do ano, o que nos dá boas perspetivas para o ano de 2014” afirma a CEO da Remax Portugal, Beatriz Rubio.

 

No ano anterior, a Remax Portugal transacionou cerca de 20 mil imóveis, o que se traduziu num crescimento de 30% da faturação face ao ano de 2012 e consagrou o segundo melhor ano de sempre da marca desde que está presente em Portugal, há 14 anos.

sábado, 12 de abril de 2014

Premiados da REMAX PRO na XIV Convenção Nacional em Troia

Chegou ao fim mais uma fantástica convenção REMAX com mais de 1100 participantes.
Este ano para a REMAX PRO a convenção foi um momento muito especial, a nossa equipa foi premiada 7 vezes pelos seus resultados em 2013. No total levamos 14 agentes para este evento.
Contamos com prémios de faturação: Clube 100%, Presidente, Estrela, premio de COORDENADORA DO ANO 2013 , premio 10 ANOS na REMAX  e o  premio de Solidariedade.

Este reconhecimento por parte da Remax Portugal é muito importante para a nossa equipa, os nossos esforços estão a ser recompensados, a nossa equipa fica mais unida e a motivação aumenta.
Reconhecimento e aprendizagem fazem parte do ADN Remax;  assistimos as diversas palestras sobre o mercado imobiliário, gestão, foco no negocio, redes sociais etc.
Como sempre voltamos mais ricos em conhecimento  e ainda mais motivados para rapidamente resolver as vossas questões imobiliárias!








REMAX PRO | Negócios que marcam a diferença

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Oportunidades de investimento l Imobiliario comercial (lojas e escritorios) no Porto l Imóveis da banca

Remax PRO e Milllenium BCP criaram parceria na venda dos imoveis comerciais.
Em carteira na REMAX PRO podemos encontrar vários imoveis aos preços competitivos, lojas, restaurantes e escritórios no Porto.
Os imóveis encontram-se em campanha do Mbcp em que na compra é oferecido desconto adicional de 5% e o financiamento com condições especiais.
Leiam hoje no Publico Imobiliário mais sobre esta excelente campanha.
Para mais informações convidamos a visitar o nosso site: www.remax.pt/pro ou através de 22 609 15 71.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A meta é só uma: SATISFAÇÃO DOS NOSSOS CLIENTES

A Remax PRO cumpre os seus objetivos em Janeiro de 2014 e concretiza 30 transações imobiliárias.
Nota-se uma crescente procura pelos apartamentos localizados na cidade do Porto, sobretudo de tipologia T1, T2 e T3. Só em Janeiro a imobiliária vendeu mais de 20 imóveis com estas caraterísticas. A equipa é unanima na sua visão do mercado: "são os últimos momentos para conseguir rentabilizar um investimento em habitação aos preços competitivos. Temos presenciado varias situações de negociação em que os clientes acabam por propor o valor mais elevado do que o preço inicial do imovel, tudo isso porque a oferta esta a diminuir e o numero dos investidores players no mercado tem gradualmente aumentado."

Os clientes procuram principalmente possibilidades de investimento com yield acima de 7% e a agencia dispõe de um vasto  leque de soluções para quem opte por rentabilizar o seu capital desta forma.

Mais informações no nosso site: www.remax.pt/pro/ ou atraves de 22 609 15 71

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

REMAX PRO fecha o ano 2013 com 270 % de crescimento em faturação.

2013 foi o ano muito importante na consolidação da REMAX PRO enquanto a agencia líder no mercado imobiliário no Porto. A equipa aumentou para 25 profissionais focados em ajudar a todos os clientes na área do Grande Porto.
Os principais mercados de atuação foram a cidade do Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos.
A equipa fechou o ano com mais de 200 transações imobiliárias e o maior crescimento em faturação entre todas as equipas REMAX no Norte do Pais e um dos maiores em Portugal.

A equipa de gestão da agencia integra além da gestora Joanna Koltan,  Diretores de Qualidade, Dept.º de Coordenação Comercial, serviços jurídicos, serviços de web design e  mais de 20 agentes imobiliários especializados em variadíssimos nichos do mercado imobiliário. Os clientes contam também com apoio a nível de contabilidade e solicitadoria.

Os objetivos para 2014 são bem claros: aumentar a equipa comercial em 25%, consolidar as vendas de apartamentos de tipologia T1, T2 e T3 no Porto através de aumento de carteira de imoveis na base de dados e crescimento de mais de 50% em faturação.

Novas estratégias para o mercado internacional também são uma aposta importante para REMAX PRO. Com presença e promoção dos seus imoveis em mais de 100 portais internacionais, participação nas feiras internacionais Europeias e eventos internacionais da marca REMAX  a equipa pretende aumentar 20 % as vendas para o exterior.

As tipologias mais vendidas pela equipa PRO em 2013 foram apartamentos de tipologia T1, T2 e T3 no Porto e em Vila Nova de Gaia. Ao mesmo tempo verificamos que a procura dos  compradores tem sido similar, os clientes pedem principalmente os apartamentos desde T1 até T3 na cidade Invicta.
O preço medio de venda dum imóvel PRO esta fixado em 108.730€ com aumento de cerca de 13 % registado ao longo do ano 2013.

A equipa de gestão da agencia esta muito otimista para o ano 2014: "estamos a notar uma crescente procura não só por parte dos investidores ( que têm sido um motor de crescimento de vendas em 2013) mas finalmente por parte das famílias de classe media portuguesa com necessidades de mudar de casa ao curto medio prazo. Registamos mais pedidos para financiamento parcial o que nos demonstre que lenta estabilização do mercado esta próxima. Ainda não podemos falar na retoma, mas sem duvida o 2014 será o ultimo ano para fazer investimentos com valores atrativos no imobiliário" refere a Joanna Koltan, responsável por acompanhamento comercial desta equipa de profissionais.