quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Remax PRO na revista Portugal Inovador: "Consultores felizes geram clientes satisfeitos"



Consultores felizes geram clientes satisfeitos

Por detrás de cada  agência Remax há um gestor e uma equipa. É a componente pessoal que a agência e o agente trazem à Remax PRO, sediada na Rua Júlio Dinis no Porto, que demarca a diferença. Aqui a crise já acabou e a equipa, agora com 25 consultores, está a crescer 62% em vendas.

Joanna Koltan acredita que existe lugar para mais pessoas neste mercado. No início de setembro, a Remax PRO integrou seis novos agentes, neste momento ainda estão a receber formação para uma rigorosa e eficaz preparação antes de atenderem os seus primeiros clientes: “Quanto mais profissionais formos, melhores resultados obtemos”, constata. As casas são apenas uma parte das suas vendas, porque o que vendem na verdade são soluções, criando relações para toda a vida. O investimento na promoção dos imóveis tem sido proporcional ao investimento na formação desta equipa de vendas. Bom ambiente de trabalho, diversão e partilha de negócios fazem parte do ADN da equipa, a maior equipa imobiliária de vendas no Porto.

A Remax PRO fortalecida pelo conceito de gestão da Remax, coloca os agentes no centro do universo. “A nossa função é criar  as melhores condições para que eles possam crescer, dando-lhes apoio, formação, reconhecimento e uma remuneração acima da média”, mostra a entrevistada.

O crescimento é notável. Os resultados de vendas de 2014 superaram as expectativas e um dos problemas que a equipa vive neste momento é a falta de apartamentos na cidade do Porto para vender. “Temos vários clientes em carteira à procura das tipologias T1 e T2 na cidade do Porto e não conseguimos corresponder com a oferta”, constata Joanna Koltan.


Joanna Koltan abraçou o desafio de direção e expansão da marca Remax em 2008, mas anteriormente já tinha uma experiência de sete anos consolidada no mercado imobiliário. Quando abriu a Remax PRO em 2011, deparou-se com muitos problemas, provocados pela crise, mas todas as crises são cíclicas e os melhores souberam perseverar. A profissionalização dos recursos humanos é uma das peças fundamentais para vencer. “Sinto que todos nós, que aguentamos esta grande crise, começamos a trabalhar mais em parceria”, confessa. Inevitavelmente as agências que passaram a  partilhar negócios com todas as agências do mercado amadureceram em conjunto.

Em maio a Remax PRO marcou presença pela primeira vez no Salão de Imobiliário Português em Paris. O evento proporcionou-lhes outras ferramentas para chegar mais longe. Após esse passo, decidiram investir mais na  promoção inetrnacional dos seus imóveis. Ferramentas de marketing mais modernas, nomeadamente as redes sociais são utilizados aqui todos os dias. “Criamos por exemplo a página no facebook “Maisons au Portugal”, direcionada para o potencial reformado francês, os resultados têm sido fantásticos”, revelam.

A Remax PRO procura dominar o mercado da cidade do Porto. Entre 2016 e 2017 perspetiva-se que o fortalecimento da equipa de trabalho lhe permitirá ter uma quota de 20% de mercado.
 

Preço das casas em Portugal com subida de 5,9%

O preço das habitações em Portugal registou uma subida homóloga de 5,9% no segundo trimestre do ano e aumentou 1,6% face aos primeiros três meses de 2014, revelam dados divulgados, esta quinta-feira, pelo Eurostat.


O gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE) indica que, no segundo trimestre deste ano, o preço das habitações manteve-se estável na zona euro e aumentou 1,7% no conjunto da UE em termos homólogos (ou seja, face ao mesmo período de 2013), tendo subido 0,9% nos países da moeda única e 1,4% no conjunto dos 28 em comparação com o trimestre anterior.

As maiores quedas homólogas no preço das habitações verificaram-se na Eslovénia (-9,8%), em Itália (-4,8%) e na Roménia (-3,8%), enquanto as subidas mais acentuadas foram observadas na Estónia (14,5%), na Irlanda (12,5%) e no Reino Unido (10,2%).

Na comparação com os três meses imediatamente anteriores, a Eslovénia também encabeça a lista das quedas de preços das casas (-2,6%) e a Estónia lidera as subidas (6,8%).

Em Portugal, trata-se da terceira subida trimestral de preços da habitação em termos homólogos (após aumentos de 0,6% e 4,0% no quarto trimestre de 2013 e no primeiro de 2014) e do quarto aumento consecutivo face ao trimestre anterior (0,5% e 2,3% nos terceiro e quarto trimestres de 2013 e 1,3% nos primeiros três meses deste ano).

Fonte: JN

 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Portugueses continuam a optar pela compra de casa



A procura e oferta do mercado imobiliário ainda mantêm as características das décadas passadas. Os portugueses procuram casas usadas e preferem a compra. Já o arrendamento tem vindo a descer nas preferências das famílias e os apartamentos continuam também a ser os mais desejados.

Do lado da oferta as tendências são semelhantes, mais apartamentos usados. De acordo com o Market Outlook de Agosto de 2014, do Gabinete de Estudos da APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, as casas usadas para venda representam 58,71% da oferta do mercado imobiliário, enquanto as novas apenas 27,55% e em construção encontram-se apenas 4,98%.


Quanto a valores de venda em média vão dos 45.000 euros por um T1 aos 130.000 por um T5 relativamente aos valores mínimos aos 180.000 euros por um T1 aos 1.300.000 euros por um T5 nos valores máximos.

 
Foram os apartamentos com valores entre os 75.000 e os 125.000 euros que mais foram comercializados (37,81%), seguidos dos que apresentaram valores entre os 125.000 e os 175.000 euros (22,61%).


Relativamente aos valores médios praticados na oferta de apartamentos para arrendamento verificaram-se em média entre os 230 (valor mínimo) e os 800 euros (valores máximos) para o T1 e os 300 (valor mínimo) e os 1.700 euros (valor máximo) para os T3.


As casas que apresentaram valores entre os 300 e os 500 euros foram as que mais se arrendaram com uma percentagem de 44,14 do mercado de arrendamento.


Quanto à procura como já foi referido, a compra de apartamentos dominaram representando 55,95% das pesquisas no portal da CasaYes. Já o arrendamento tem vindo a cair nos últimos meses deste ano, se em Janeiro representava 42,85% da procura em Junho era de 37,82%.

Quanto a valores para venda os mais procurados foram os apartamentos entre os 75.000 e os 125.000 euros representando 30,63% das pesquisas e no arrendamento foi para casas com valores entre os 300 e os 500 euros (37,66%).


Números que mostram que o mercado imobiliário continua a mexer.



Fonte: Diário Imobiliário e Imonews Portugal